A Caverna de Platão

Sócrates Agora imagina a maneira como segue o estado das nossas naturezas relativamente à instrução e à ignorância. Imagina homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância, de perna e pescoço acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o que está diante deles, pois as corrente os impedem de voltar à cabeça; a luz chega-lhes de uma fogueira acesa numa colina que se ergue por detrás deles; entre o fogo e os prisioneiros passa uma estrada ascendente. Imagina que ao longo dessa estrada está construído um pequeno muro, semelhante às divisórias que os apresentadores de títeres armam diante de si e por cima das quais exibem as suas maravilhas.
Glauco – Estou vendo.
Sócrates – Imagina agora, ao longo desse pequeno muro, homens que transportam objetos de toda espécie, que o transpõem: estatuetas de homens e animais, de pedra, madeira e toda espécie de matéria; naturalmente, entre esses transportadores, uns falam e outros seguem
em silêncio.
Glauco – Um quadro estranho e estranhos prisioneiros.
Sócrates – Assemelham-se a nós. E, para começar, achas que, numa tal condição, eles tenham alguma vez visto, de si mesmos e de seus companheiros, mais do que as sombras projetadas pelo fogo na parede da caverna que lhes fica defronte?
Glauco – Como, se são obrigados a ficar de cabeça imóvel durante toda a vida?
Sócrates – E com as coisas que desfilam? Não se passa o mesmo?
Glauco – Sem dúvida.
Sócrates -Portanto, se pudessem se comunicar uns com os outros, não achas que tomariam por objetos reais as sombras que veriam?
Glauco – É bem possível.
Sócrates – E se a parede do fundo da prisão provocasse eco, sempre que um dos transportadores falasse, não julgariam ouvir a sombra que passasse diante deles?
Glauco – Sim, por Zeus!
Sócrates – Dessa forma, tais homens não atribuirão realidade senão às sombras dos objetos fabricados?
Glauco – Assim terá de ser.
Sócrates – Considera agora o que lhes acontecerá, naturalmente, se forem libertados das suas cadeias e curados da sua ignorância. Que se liberte um desses prisioneiros, que seja ele obrigado a endireitar-se imediatamente, a voltar o pescoço, a caminhar, a erguer os olhos para a luz: ao fazer todos estes movimentos sofrerá, e o deslumbramento impedi-lo-á de distinguir os objetos de que antes via as sombras. Que achas que responderá se alguém lhe vier dizer que não viu até então senão fantasmas, mas que agora, mais perto da realidade e voltado para objetos mais reais, vê com mais justeza? Se,enfim, mostrando-lhe cada uma das coisas que passam, o obrigar, à força de perguntas, a dizer o que é? Não achas que ficará embaraçado e que as sombras que via outrora lhe parecerão mais verdadeiras do que os objetos que lhe mostram agora?
Glauco – Muito mais verdadeiras.
Sócrates – E se o forçarem a fixar a luz, os seus olhos não ficarão magoados? Não desviará ele a vista para voltar às coisas que pode fitar e não acreditará que estas são realmente mais distintas do que as que se lhe mostram?
Glauco – Com toda a certeza.
Sócrates – E se o arrancarem à força da sua caverna, o obrigarem a subir a encosta rude e escarpada e não o largarem antes de o terem arrastado até a luz do Sol, não sofrerá vivamente e não se queixará de tais violências? E, quando tiver chegado à luz, poderá, com os olhos ofuscados pelo seu brilho, distinguir uma só das coisas que ora denominamos verdadeiras?
Glauco – Não o conseguirá, pelo menos de início.
Sócrates – Terá, creio eu, necessidade de se habituar a ver os objetos da região superior. Começará por distinguir mais facilmente as sombras; em seguida, as imagens dos homens e dos outros objetos que se refletem nas águas; por último, os próprios objetos. Depois disso, poderá, enfrentando a claridade dos astros e da Lua, contemplar mais facilmente, durante a noite, os corpos celestes e o próprio céu do que, durante o dia, o Sol e sua luz.
Glauco – Sem dúvida.
Sócrates – Por fim, suponho eu, será o sol, e não as suas imagens refletidas nas águas ou em qualquer outra coisa, mas o próprio Sol, no seu verdadeiro lugar, que poderá ver e contemplar tal qual é.
Glauco -Necessariamente.
Sócrates – Depois disso, poderá concluir, a respeito do Sol, que é ele que faz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível e que, de certa maneira, é a causa de tudo o que ele via com os seus companheiros, na caverna.
Glauco – É evidente que chegará a essa conclusão.
Sócrates – Ora, lembrando-se de sua primeira morada, da sabedoria que aí se professa e daqueles que foram seus companheiros de cativeiro, não achas que se alegrará com a mudança e lamentará os que lá ficaram?
Glauco – Sim, com certeza Sócrates.
Sócrates – E se então distribuíssem honras e louvores, se tivessem recompensas para aquele que se apercebesse, com o olhar mais vivo, da passagem das sombras, que melhor se recordasse das que costumavam chegar em primeiro ou em último lugar, ou virem juntas, e que por isso era o mais hábil em adivinhar a sua aparição, e que provocasse a inveja daqueles que, entre os prisioneiros, são venerados e poderosos? Ou então, como o herói de Homero, não preferirá mil vezes ser um simples lavrador, e sofrer tudo no mundo, a voltar às antigas ilusões e viver como vivia?
Glauco – Sou de tua opinião. Preferirá sofrer tudo a ter de viver dessa maneira.
Sócrates – Imagina ainda que esse homem volta à caverna e vai sentar-se no seu antigo lugar: não ficará com os olhos cegos pelas trevas ao se afastar bruscamente da luz do Sol?
Glauco – Por certo que sim.
Sócrates – E se tiver de entrar de novo em competição com os prisioneiros que não se libertaram de suas correntes, para julgar essas sombras, estando ainda sua vista confusa e antes que seus olhos se tenham recomposto, pois se habituar à escuridão exigirá um tempo bastante longo, não fará que os outros se riam à sua custa e digam que, tendo ido lá acima, voltou com a vista estragada, pelo que não vale a pena tentar subir até lá? E se alguém tentar libertar e conduzir para o alto, esse alguém não o mataria, se pudesse fazê-lo?
Glauco – Sem nenhuma dúvida.
Sócrates – Agora, meu caro Glauco, é preciso aplicar, ponto por ponto, esta imagem ao que dissemos atrás e comparar o mundo que nos cerca com a vida da prisão na caverna, e a luz do fogo que a ilumina com a força do Sol. Quanto à subida à região superior e à contemplação dos seus objetos, se a considerares como a ascensão da alma para a mansão inteligível, não te enganarás quanto à minha idéia, visto que também tu desejas conhecê-la. Só Deus sabe se ela é verdadeira. Quanto a mim, a minha opinião é esta: no mundo inteligível, a idéia do bem é a última a ser apreendida, e com dificuldade, mas não se pode apreendê-la sem concluir que ela é a causa de tudo o que de reto e belo existe em todas as coisas; no mundo visível, ela engendrou a luz; no mundo inteligível, é ela que é soberana e dispensa a verdade e a inteligência; e é preciso vê-la para se comportar com sabedoria na vida particular e na vida pública.
Glauco – Concordo com a tua opinião, até onde posso compreendê-la.

REFLEXÃO: 
Por meio desta parábola, relatada por Platão, podemos refletir um pouco acerca do que entendemos por verdade. Será que nossas verdades são as “sombras” que se encontram em nossa frente? Será que nossas verdades se resumem apenas ao que percebemos com nossos cinco sentidos? Quando acreditamos apenas no que conseguimos ver, ficamos dentro das muralhas de nossa existência, de nossos sentidos, percepções, conceitos e preconceitos. Precisamos tomar cuidado para não aniquilarmos prematuramente o que ainda não vemos. Devemos acreditar que Platão nos demonstra através desta alegoria  que podemos ter uma ótima oportunidade de ampliar nossos conhecimentos. Acreditar nas “sombras” é um péssimo hábito que, infelizmente, está muito presente também no mundo da ciência.  

Video apresentado no fantástico sobre a alegoria da caverna de Platão

 

O BURRINHO PEDRÊS, de Guimarães Rosa

Roteiro de análise da narrativa “O burrinho pedrês” de Guimarães Rosa

1. Elementos da narrativa

a) Enredo

– partes do enredo;

– conflitos(s): o principal e os secundários.

b) Personagens

– quanto à caracterização/composição:

· personagens planas: tipos/caricatura (há? Quem são?);

· personagens complexas: características físicas, psicológicas, sociais, ideológicas, morais;

Tenha em atenção, por exemplo:

Os ditos, aforismos e conselhos do Major Saulo.

A maneira como o Major gere a questão de Silvino e Badu.

Os vaqueiros relatam casos do seu mundo – faça o levantamento e analise as estórias contadas por Raymundão e João Manico.

– quanto à participação no enredo:

· protagonista: herói ou anti-herói;

· antagonista;

· personagens secundárias.

c) Tempo, espaço e características do ambiente:

– época em que se passa a história;

– duração da história;

– tempo cronológico;

– localização geográfica;

– aspectos psicológicos, morais, religiosos;

– aspectos sócio-econômicos e políticos.

d) Narrador:

– primeira ou terceira pessoa;

– participante ou não participante;

– ponto de vista (tome atenção se há marcas de linguagem reveladoras das atitudes subjectivas do narrador face ao que relata, como por exemplo, os modalizadores: pontuação e vocábulos que acarretam juízos de valor).

2. Estilo

a) Marcas de oralidade:

– queda de sons e fusão ou contração de palavras;

– uso de diminutivos;

– repetições sintáticas;

– frases inacabadas e hesitações;

– vocabulário pouco variado e repetitivo;

– vocabulário popular, familiar ou corrente, pouco cuidado;

– referências diretas – necessidade de gesto;

– …

b) vocabulário:

– gíria (por exemplo: as várias designações para gado equino e gado bovino);

– vocabulário erudito usado pelo narrador;

– neologismos;

– arcaísmos;

– aforismos (decifre os respectivos sentidos, atendendo ao seu contexto de produção):

· “quem é visto é lembrado”

· “quem vai na frente bebe água limpa”

· “cavalo manso de moça só se encosta em tamborete”

· “joá com flor formosa não garante terra boa”

· “não é nas pintas da vaca que se mede o leite e a espuma!”

· “Suspiro de vaca não arranca estaca!”

· “Quem tem inimigo não dorme!”

· “Burro não amansa nunca de-todo, só se acostuma!…”

· “Quando corre, bate caixa, quando anda, amassa o chão!”

· “para bezerro mal desmamado, cauda de vaca é maminha”

· “Esta vida é engraçada… Galinha tem de muita cor, mas todo ovo é branco.”

· “Quem viaja por terras estranhas vê o que quer e não quer!”

· “É andando que cachorro acha osso.”

· “Todo o gosto é regra.”

c) O estilo narrativo de Guimarães Rosa é caracterizado, entre outros aspectos, pelo alto índice de musicalidade, pelo recurso a procedimentos rítmicos e rimáticos característicos da poesia. Proceda à escansão do seguinte parágrafo que pode ser dividido em 6 versos de 7 sílabas: “Boi bem bravo, bate baixo, bota baba, boi berrando… Dança doido, dá de duro, dá de dentro, dá direito… Vai, vem, volta, vem na vara, vai não volta, vai varando…”

3. Tema – Assunto – Mensagem

250 anos de Goethe

 Aos meus queridos alunos dos 2os. anos do ensino médio, do Colégio Estadual Unidade Polo, de Jandaia do Sul , Paraná, dedico este post:

O romance mais famoso da literatura alemã, “Os sofrimentos do Jovem Werther”, de Goethe. Considerado o primeiro romance romântico da literatura e precursor das idéias ultra-românticas. É a história (contada em cartas) de uma paixão cujo limite é a própria morte. É a negação de um homem em relação à sociedade e ao mundo despido dos valores emocionais. Quando de seu lançamento em 1774, esta obra-prima gerou uma onda de suicídios entre os jovens que se identificavam com o destino trágico de Werther.

Ao escrever Os Sofrimentos do Jovem Werther, Goethe produziu uma obra de arte a que deu, como conteúdo, as suas próprias aflições e seus tormentos, os seus próprios estados de alma, procedendo como todo poeta lírico que, ao procurar aliviar o coração, exprime aquilo de que é afetado enquanto sujeito. Graças a isso, o que era interior imobilidade acha-se livre e transforma-se num objeto exterior de que a pessoa se libertou. Do mesmo modo as lágrimas servem de derivativo à dor do que, por assim dizer, se esvai através delas. Como ele mesmo o disse, Goethe escreveu o Werther para se libertar da angústia íntima, e conseguiu-o.

Em tais situações líricas, pode refletir-se, por um lado, um estado objetivo, uma atividade referenciada ao mundo exterior, e, por outro lado, um estado da alma que, desligando-se de tudo o que é exterior, regressa a si mesma e torna-se o ponto de partida de estados internos e de sentimentos profundos.

Citações ultra-românticas da obra:

·     “A vida humana não passa de um sonho.”

·     “Concentro-me e encontro um mundo em mim mesmo!”

·     “Por que é que aquilo que faz a felicidade do homem acaba sendo, igualmente, a fonte de suas desgraças?”

·     “Pobre homem insensato, que julgas todas as coisas pequenas, por que és, também, tão pequeno?” 

    “Adeus! Só vejo um fim a esses tormentos:o túmulo.”

·     Não há tesouro comparável à paz de espírito e a estar a gente satisfeito consigo próprio! Ali! meu caro amigo, se esta alegria não fosse tão fugaz quanto é bela e preciosa!”

·     “Queria que alguém ousasse repetir-me tudo isso para atravessar-lhe a minha espada de lado a lado, – porque só o sangue poderá acalmar-me. Oh! cem vezes já peguei do punhal para livrar meu coração do peso que o esmaga.

  “Tenho medo de mim mesmo!”

  “É preciso que um de nós três desapareça, e sou eu quem deve desaparecer.”

  “Deus sabe quantas são as ocasiões em que me deito na cama com o desejo, e às vezes a esperança, de não tornar a acordar. E de manhã abro os olhos, revejo o sol e me sinto miserável.”

 

O Corvo, de Edgard Alan Poe

Edgard Alan Poe é considerado, juntamente com Jules Verne, um dos precursores da literatura de ficção científica e fantástica modernas.

O Corvo

Numa sombria madrugada, enquanto eu meditava, fraco e cansado, sobre um estranho e curioso volume de folclore esquecido; enquanto cochilava, já quase dormindo, de repente ouvi um ruído. O som de alguém levemente batendo, batendo na porta do meu quarto. “Uma visita,” disse a mim mesmo, “está batendo na porta do meu quarto – É só isto e nada mais.”

Ah, que eu bem disso me lembro, foi no triste mês de dezembro, e que cada distinta brasa ao morrer, lançava sua alma sobre o chão. Eu ansiava pela manhã. Buscava encontrar nos livros, em vão, o fim da minha dor – dor pela ausente Leonor – pela donzela radiante e rara que chamam os anjos de Leonor – cujo nome aqui não se ouvirá nunca mais.

E o sedoso, triste e incerto sussurro de cada cortina púrpura me emocionava – me enchia de um terror fantástico que eu nunca havia antes sentido. E buscando atenuar as batidas do meu coração, eu só repetia: “É apenas uma visita que pede entrada na porta do meu quarto – Uma visita tardia pede entrada na porta do meu quarto; – É só isto, só isto, e nada mais.”

Mas depois minha alma ficou mais forte, e não mais hesitando falei: “Senhor”, disse, “ou Senhora, vos imploro sincero vosso perdão. Mas o fato é que eu dormia, quando tão gentilmente chegastes batendo; e tão suavemente chegastes batendo, batendo na porta do meu quarto, que eu não estava certo de vos ter ouvido”. Depois, abri a porta do quarto. Nada. Só havia noite e nada mais.

Encarei as profundezas daquelas trevas, e permaneci pensando, temendo, duvidando, sonhando sonhos mortal algum ousara antes sonhar. Mas o silêncio era inquebrável, e a paz era imóvel e profunda; e a única palavra dita foi a palavra sussurrada, “Leonor!”. Fui eu quem a disse, e um eco murmurou de volta a palavra “Leonor!”. Somente isto e nada mais.

De volta, ao quarto me volvendo, toda minh’alma dentro de mim ardendo, outra vez ouvi uma batida um pouco mais forte que a anterior. “Certamente,” disse eu, “certamente tem alguma coisa na minha janela! Vamos ver o que está nela, para resolver este mistério. Possa meu coração parar por um instante, para que este mistério eu possa explorar. Deve ser o vento e nada mais!”

Tradução em prosa por Helder da Rocha

NIETZSCHE

“E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música”.    Friedrich Nietzsche

Ao ler estas palavras de Nietzsche lembrei-me de uma atividade que realizamos em meu colégio esta semana. Foi o “6º. Fórum da Mulher”. Fiquei preocupada se os alunos iriam participar com perguntas para as mulheres convidadas. Mas fui surpreendida com uma turma de alunos surdos-mudos do 3o. ano do ensino médio, que com a participação do intérprete, este ano no colégio, além de terem entendido toda fala das palestrantes, ainda participaram com questionamentos muito coerente. Isto me deixou encantada, mas ao mesmo tempo questionando: como estes cinco alunos perderam tanto nestes dois anos sem intérprete!!!!!!

Como falhamos em nossa educação! Quando um professor vai saber que seu trabalho não foi em vão.  Parabéns, a todos os intérpretes pelo trabalho tão importante que vocês estão fazendo. Tenho certeza que, hoje, Nietzsche mudaria de opinião…

Escritores da Literatura Policial para ler antes de você morrer

Quem é o melhor escritor de Crime de todos os tempos?

Esta é a pergunta do jornal britânico Daily Telegraph. A equipe literária do jornal selecionou 50 nomes e pergunta aos leitores se esqueceram de alguém ou se algum autor deveria sair da lista. A lista comentada, em inglês, segue baixo, uma lista simples, com o livro indicado para leitura. Agatha Christie foi indicada, claro, mas com um livro que geralmente não é lembrado quando se escreve sobre ela. Quem, finalmente, são os escritores do crime que devem ser lidos? Acredito que todo o leitor sério lucrará com o conhecimento de alguns dos escritores desta lista. Mas gostaria de saber o que você pensa.

GK Chesterton 1874-1936 – Leia: A Inocência do Padre Brown

Arthur Conan Doyle 1859-1930 – Criador do personagem  Sherlock Holmes e Watson da literatura britânica. – Leia: O cão dos Baskervilles

Edgad Alan Poe – 1809 – 1849 – Leia- Os crimes da Rua Morgue

Ed McBain 1926-2005 – Leia: King`s Ranson

Kyril Bonfiglioli 1929-85 – Leia: The Mortdecai Trilogy (1991)

James Ellroy 1948- Leia: The Black Dahlia (1987)

Janwillem van der Wetering 1931- Leia: Outsider in Amsterdam (1975)

Carl Hiaasen 1953- Leia: Double Whammy (1987)

Dashiell Hammett 1894-1961 – Leia: The Maltese Falcon (1930)

Dan Kavanagh 1946 – Leia: The Duffy Omnibus (1991)

Margery Allingham 1904-66 – Leia: The Tiger in the Smoke (1952)

Charles Dickens 1812-1870 – Leia: Bleak House (1852-3)

Georges Simenon 1903-1989 – Leia: The Yellow Dog (1931)

Agatha Christie 1890-1976 – Leia: Peril at End House (1932)

Wilkie Collins 1824-1889 – Leia: The Moonstone (1868)

Jonathan Latimer 1906-83 – Leia: The Fifth Grave (1941)

Ruth Rendell 1930- Leia: The Water’s Lovely (2006)

Ngaio Marsh c. 1895-1982 – Leia: Vintage Murder (1937)

Benjamin Black 1945- Leia: Christine Falls (2006)

John Dickson Carr 1906-77 – Leia: The Hollow Man (1935)

Michael Innes 1906-94 – Leia: The Weight of the Evidence (1943)

Raymond Chandler 1888-1959 – Leia: Farewell, My Lovely (1940)

Friedrich Dürrenmatt 1921-90 – Leia: The Pledge (1958)

Michael Gilbert 1912-06 – Leia: Even Murderers Take Holidays and other Mysteries

Donald Westlake 1933- Leia: What’s So Funny? (2007)

Colin Bateman 1962- Leia: Wild About Harry (2001)

Frances Fyfield 1948- Leia: The Art of Drowning (2006)

Reginald Hill 1936- Leia: Good Morning Midnight (2004)

Andrea Camilleri 1925- Leia: The Patience of the Spider (2007)

Henning Mankell 1948- Leia: Sidetracked (1999)

Patricia Highsmith 1921-1995 – Leia: The Talented Mr Ripley (1955)

James Lee Burke 1936- Leia: Black Cherry Blues (1989)

Jim Thompson 1906-1977 – Leia: The Getaway (1959)

Walter Mosley 1952- Leia: Devil in a Blue Dress (1991)

Denise Mina 1966 – Leia: Garnethill (1999)

Steig Larsson 1954-2004 – Leia: The Girl with the Dragon Tattoo (2008)

Ronald Knox 1888-1957 – Leia: The Viaduct Murder (1925)

EC Bentley 1875-1956 – Leia: Trent’s Last Case (1913)

Lawrence block-  1938 – Leia: All the Flowers Are Dying (2005)

Edmund Crispin 1921-1978 – Leia: Holy Disorders (1945)

William McIlvanney 1936- Leia: Laidlaw (1977)

George V Higgins 1939-1999 – Leia: The Rat on Fire (1981)

Dorothy L Sayers 1893-1957 – Leia: Five Red Herrings (1931)

Anthony Boucher 1911-68 – Leia: The Case of the Baker Street Irregulars (1940)

Mickey Spillane 1918-2006 – Leia: I, the Jury (1947)

James Grady 1949- Leia: Six Days of the Condor (1974)

George Pelecanos 1957- Leia: The Big Blowdown (1996)

Robert Crais 1954- Leia: The Watchman (2007)

John Lawton 1949- Leia: Black Out (1995)

Elmore Leonard 1925- Leia: Maximum Bob (1991)

Lista dos livros para os vestibulares da UEM, UEL, UNIOESTE e FECEA

 Caros alunos do terceirão, este ano vocês devem ter só uma meta: a sua merecida vaga no ensino superior.

A UEL (Universidade Estadual de Londrina), no Paraná, divulgou  a lista de livros para os vestibulares de 2009 e 2010.  Para responder às questões de literatura brasileira, os alunos deverão fazer a leitura das seguintes obras:

 

  1. Marília de Dirceu – Tomás Antonio Gonzaga
  2. Inocência – Visconde de Taunay
  3. Esaú e Jacó – Machado de Assis
  4. Sonetos – Florbela Espanca
  5. Estrela da vida inteira – Manuel Bandeira
  6. Vestido de noiva – Nelson Rodrigues
  7. Toda poesia – Ferreira Gullar
  8. Levantado do chão – José Saramago
  9. Morangos mofados – Caio Fernando Abreu
  10. Ponciá Vicêncio – Conceição Evaristo

 

  1. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones 0/XX/43 3371-4115, 3371-4361 ou 3371-4331 e na Internet.

 

 

Lista de livros da Unioeste

 

A Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná) divulgou a lista de livros para o vestibular. Será cobrado dos candidatos a leitura das seguintes obras:

VESTIBULARES 2009, 2010 E 2011
Antologia Poética, de Carlos Drummond de Andrade
1-Feliz Aniversário (Conto da obra “Laços de Família”), de Clarice Lispector
2-Lucíola, de José de Alencar
3-Memorial de Maria Moura, de Rachel de Queiroz
4-Os tambores silenciosos, de Josué Guimarães
5-Penélope (Conto), de Dalton Trevisan
6-Quincas Borba, de Machado de Assis
7-Venha ver o pôr do sol (conto da obra Antes do baile verde), de Lygia Fagundes Telles
8-Desenredo (conto), de Guimarães Rosa
9-Teresa (conto), de Rubem Fonseca
UEM ( Paraná)divulga livros e datas do vestibular de 2012

São dez livros no total.

Contos Novos – Mario de Andrade
Dom Casmurro – Machado de Assis
Melhores Poemas – Goncalves Dias
Melhores Poemas – Joao Cabral de Melo Neto
Melhores Poemas – Manuel Bandeira
O Calor das Coisas – Nelida Pinon
O Cobrador – Rubem Fonseca
Poemas Escolhidos – Claudio Manuel da Costa
Senhora – Jose de Alencar
Triste Fim de Policarpo Quaresma – Lima Barreto


1-A Moreninha – Joaquim Manuel de Macedo.

2-A Cartomante – Conto de Machado de Assis.

3-São Bernardo – Graciliano Ramos.

4-O Vampiro de Curitiba – Dalton Trevisan

BOA SORTE!!!!!!!!!