Carta do leitor

Características
Gênero textual em que um leitor expressa opiniões (favoráveis ou não) a respeito de assunto publicado em revistas, jornais, ou a respeito do tratamento dado ao assunto. Nesse gênero textual, o autor pode também esclarecer ou acrescentar informações ao que foi publicado; apesar de ter um destinatário específico – o diretor da revista, ou o jornalista que escreveu determinado artigo –, a carta do leitor pode ser publicada e lida por todos os leitores do meio de comunicação para o qual ela foi enviada;
na carta do leitor, a linguagem pode ser mais mais pessoal (empregando pronomes e verbos em 1ª pessoa) ou mais impessoal (empregando pronomes e verbos na 3ª pessoa) ou ainda pode utilizar os dois tipos de linguagem; a menor ou maior impessoalidade depende da intenção do autor: protestar, brincar ou impressionar.
As características do gênero cartas do leitor:
texto com intencionalidade persuasiva; com formato semelhante ao da carta pessoal, apresentando data, vocativo, corpo do texto, expressão cordial de despedida, assinatura, cidade de origem.
Exemplo:
Prezado Editor:

A exemplo de outros crimes bárbaros cometidos recentemente, o assassinato com requintes de crueldade do menino João Hélio logo será esquecido. E seguiremos reféns de animais travestidos de seres humanos. Os menores que destroçaram João Hélio logo estarão livres, e sem ficha criminal. Seus rostos nem podem ser mostrados pela reportagem, pois a lei os protege. E qual lei nos protege deles? Até quando teremos de conviver com uma situação em que crimes dessa natureza ficam impunes? Até quando nossos legisladores ficarão inertes perante o clamor dos inocentes?

Roland Brooks Cooke

Petrópolis, RJ

(Revista Veja, ed. 1996, ano 40, n. 7, 21 fev. 2007, p. 22)

Resenha Crítica

Estrutura da resenha segundo Lakatos e Marconi (1995, p.245)

1. Referência Bibliográfica

a) Autor(es)

b) Título (subtítulo)

c) Elementos de Imprensa (local da edição, editora data)

d) Número de páginas

e) Formato (tabelas, gráficos, fotos etc.)

2. Credenciais do Autor  Informações gerais sobre o autor : nacionalidade

Autoridade no campo científico  Quem fez o estudo? Quando? Por quê? Onde?

3. Conhecimento

Resumo detalhado das idéias principais.  De que trata a obra? O que diz? Possui alguma característica especial?  Como foi abordado o assunto? Exige conhecimentos prévios para entendê-Io? Descrição dos capítulos ou partes da obra.

4. Conclusão do Autor

O autor faz conclusões? (ou não?)  Onde foram colocadas? (final do livro ou dos capítulos?)  Quais foram?

5. Metodologia da autoria :  Que métodos utilizou? Dedutivo ? Indutivo? Histórico? Comparativo? Estatístico?  Que teoria serviu de embasamento?

6. Apreciação

a) Julgamento da obra:  Como se situa o autor em relação:

- às escolas ou correntes científicas, filosóficas, culturais?

- às circunstâncias culturais, sociais, econômicas, históricas etc.?

b) Mérito da obra:

Qual a contribuição dada? Idéias verdadeiras, originais, criativas?  Conhecimentos novos, amplos, abordagem diferente?

c) Forma:  Lógica, sistematizada? Há originalidade e equilíbrio na disposição das partes?

7- Crítica do resenhista

Julgamento da obra. Qual a contribuição da obra? As ideias são originais? Como é o estilo do autor? Conciso, objetivo, simples? Claro, preciso, coerente,  Linguagem correta? Ou o contrário

8- Indicações do resenhista: A quem é dirigida: grande público, especialistas, estudantes?

MODELO: UM GRAMÁTICO CONTRA A GRAMÁTICA, por Gilberto Scarton

Língua e Liberdade: por uma nova concepção da língua materna e seu ensino (L&PM, 1995, 112 páginas) do gramático Celso Pedro Luft traz um conjunto de idéias que subverte a ordem estabelecida no ensino da língua materna, por combater, veemente, o ensino da gramática em sala de aula.

Nos 6 pequenos capítulos que integram a obra, o gramático bate, intencionalmente, sempre na mesma tecla – uma variação sobre o mesmo tema: a maneira tradicional e errada de ensinar a língua materna, as noções falsas de língua e gramática, a obsessão gramaticalista, inutilidade do ensino da teoria gramatical, a visão distorcida de que se ensinar a língua é se ensinar a escrever certo, o esquecimento a que se relega a prática lingüística, a postura prescritiva, purista e alienada – tão comum nas “aulas de português”.

O velho pesquisador apaixonado pelos problemas da língua, teórico de espírito lúcido e de larga formação lingüística e professor de longa experiência leva o leitor a discernir com rigor gramática e comunicação: gramática natural e gramática artificial; gramática tradicional e lingüística; o relativismo e o absolutismo gramatical; o saber dos falantes e o saber dos gramáticos, dos lingüistas, dos professores; o ensino útil, do ensino inútil; o essencial, do irrelevante.

Essa fundamentação lingüística de que lança mão – traduzida de forma simples com fim de difundir assunto tão especializado para o público em geral – sustenta a tese do Mestre, e o leitor facilmente se convence de que aprender uma língua não é tão complicado como faz ver o ensino gramaticalista tradicional. É, antes de tudo, um fato natural, imanente ao ser humano; um processo espontâneo, automático, natural, inevitável, como crescer. Consciente desse poder intrínseco, dessa propensão inata pela linguagem, liberto de preconceitos e do artificialismo do ensino definitório, nomenclaturista e alienante, o aluno poderá ter a palavra, para desenvolver seu espírito crítico e para falar por si.

Embora Língua e Liberdade do professor Celso Pedro Luft não seja tão original quanto pareça ser para o grande público (pois as mesmas concepções aparecem em muitos teóricos ao longo da história), tem o mérito de reunir, numa mesma obra, convincente fundamentação que lhe sustenta a tese e atenua o choque que os leitores – vítimas do ensino tradicional – e os professores de português – teóricos, gramatiqueiros, puristas – têm ao se depararem com uma obra de um autor de gramáticas que escreve contra a gramática na sala de aula.

Gênero: Artigo de opinião

Artigo de opinião

Nos gêneros argumentativos em geral, o autor tem a intenção de convencer seus interlocutores e para isso precisa apresentar bons argumentos, que consistem em verdades e opiniões. O artigo de opinião é fundamentado em impressões pessoais do autor do texto e, por isso, são fáceis de contestar.  A partir da leitura de diferentes textos, o escritor poderá conhecer vários pontos de vista sobre um determinado assunto.

Para produzir um bom artigo de opinião é aconselhável seguir algumas orientações. Observe:

a) Após a leitura de vários pontos de vista, anote num papel os argumentos que achou melhor, eles podem ser úteis para fundamentar o ponto de vista que você irá desenvolver.

b) Ao compor seu texto, leve em consideração o interlocutor: quem irá ler sua produção. A linguagem deve ser adequada ao gênero e ao perfil do público leitor.

c) Escolha os argumentos, entre os que anotou, que podem fundamentar a idéia principal do texto de modo mais consciente e desenvolva-os.

d) Pense num enunciado capaz de expressar a idéia principal que pretende defender.

e) Pense na melhor forma possível de concluir seu texto: retome o que foi exposto, ou confirme a idéia principal, ou faça uma citação de algum escritor ou alguém importante na área relativa ao tema debatido.

f) Crie um título que desperte o interesse e a curiosidade do leitor.

Após o término, releia seu texto observando se nele você se posiciona claramente sobre o tema; se a idéia é fundamentada em argumentos fortes e se estão bem desenvolvidos; se a linguagem está adequada ao gênero; se o texto apresenta título e se é convidativo e por fim observe se o texto como um todo é persuasivo.

Reescreva-o se necessário.

Forneça uma visão ampla do assunto

Explique como os tópicos individuais se encaixam utilizando argumentos claros e concisos.

Identificar efeitos de ironia e humor em crônica

stponpreta1Prova Falsa

Stanislaw Ponte Preta
(Sérgio Porto)

site: Releituras

O que gera humor no texto é o fato de:

(A) A família se apaixonar pelo cachorro.

(B) A mulher dizer que nunca houve cachorro fingido.

(C) O cachorro fazer pipi onde não devia.

(D) O dono da casa achar o cachorro um chato.

(E) O pipi feito no vestido novo não ser do cachorro.

Análise rizomática de poema

A título de exemplo do trabalho com a teoria rizomática, passemos a abordar a leitura do poema “Desabar”, de Carlos Drummond de Andrade, pensando num público do 1º ano do ensino médio:

Desabava

Fugir não adianta

desabava por toda parte minas torres

edi

fícios

princípios

leis

muletas

desabando nem gritar

dava tempo soterrados

novos desabamentos insistiam

s o b r e p e i t o  se m  p ó

d e s a b a d e s a b a d e s a b a d a v a m

A s r u í n a s f o r m a r a m

outra cidade em ordem definitiva.

(Carlos Drummond de Andrade- 1972)

Para trabalhar com mais propriedade uma análise da leitura desse poema, sugerimos ao professor que aplique a metodologia proposta, resgatando-se informações acerca do momento histórico em que foi concebido ou publicado, e do comportamento do poeta em relação às questões sociais, sempre vistas numa ótica pessimista, quase dolorosa, da realidade. Sabe-se que as suas indagações filosóficas buscavam o sentido da vida em meio ao absurdo do mundo, ficando sem respostas, como um grito lançado ao ar. No poema, a indagação filosófica cede lugar à constatação de uma dura realidade, quase um registro fotográfico de um instantâneo de dor e desolação, diante daquilo que se transformou repentinamente e não há mais retorno. O professor deve propor aos alunos, por exemplo, a apreciação de uma reprodução do quadro Güernica (1937), de Pablo Picasso, antes que se aventurem a tecer analogias com os registros jornalísticos dos episódios de guerra e de terrorismo contemporâneos. O objetivo é de tentar, primeiramente, fixar o olhar para um momento histórico datado, que certamente chocou a humanidade, pois se sabe que a destruição de Güernica foi a primeira demonstração de bombardeamento em massa, técnica muito utilizada depois, na Segunda Guerra Mundial. Hoje, este procedimento chega a requintes de crueldade, quando a tecnologia é empregada para os chamados “ataques cirúrgicos”, que de resto são tão falhos quanto os convencionais, e não menos devastadores. Explorando um pouco mais o quadro de Picasso, o professor pode observar principalmente os instantâneos revelados pelos fragmentos de cenas, a força do olhar em cada rosto, o registro do horror mudo nas bocas entreabertas, os pedaços de corpos, enfim, um quadro que profetizou as novas formas de destruição, em nada devendo às cenas de sangue que hoje os homens-bomba provocam. Esta referência a um dos elementos históricos que poderiam fazer parte do horizonte de expectativas de Drummond, quando compôs o poema em 1972, tem a propriedade de convidar os alunos a mergulharem no possível imaginário do poeta, e no seu esforço por tentar demonstrar, na forma da expressão poética, como enxergava a destruição de um espaço, que no poema ganha ares de alegoria. Estabelecendo um contraponto com este universo, o professor pode solicitar aos alunos que tragam para a sala de aula recortes de jornais sobre os conflitos que ocorrem atualmente no mundo, cujo teor das reportagens e das fotos pode ser comentado brevemente. Assim, o professor busca conhecer o horizonte de expectativas dos alunos sobre o tema em pauta. Os elementos colhidos por ocasião do levantamento dos indícios nos níveis visual, fônico, lexical, morfossintático e semântico, por sua vez, certamente ajudam a compor uma apreciação mais profunda do poema, quando então, os alunos começam a estabelecer relações com a sua leitura de mundo, como nas seguintes suposições:

1) a associação com os conflitos atuais, como o desabamento de cada uma das torres gêmeas do Word Trader Center, em 2001 – marco indiscutível da selvageria a que o homem pode chegar – e que a própria palavra fragmentada “edi / fícios”, em desnível, acaba por materializar-se concretamente no poema. Não se pode ignorar que a palavra “torres” está no poema, quase que em tom profético;

2) o levantamento de expressões como “fugir não adianta”, “por toda a parte”, “nem gritar / dava tempo”, “soterrados”, “sobre peitos em pó”, além da força significativa de “desabadesabadesabadavam”, dando corpo ao estrondo final, revela termos que poderiam ilustrar as manchetes jornalísticas daqueles dias;

3) a associação que ainda pode ser feita a outros conflitos, como o da invasão americana no Iraque há alguns anos, ou os combates que se desenrolam no Oriente Médio;

4) a discussão que pode ser estabelecida em torno da questão ética, partindo da configuração dada, pelo poeta, às palavras “princípios” – aqui exprimindo o conjunto de referenciais filosóficos, morais e religiosos, que norteiam a conduta humana –, e “leis”, que deveriam garantir o regramento dessa conduta. Ambos os termos revelam, no texto drummondiano, que estão à mercê do caos, pois deixam de ter função numa sociedade massacrada, sob o jugo da guerra;

5) a observação mais acurada sobre a palavra única que compõe o oitavo verso – “muletas” – talvez a identificação do objeto que deveria sustentar um corpo já combalido, mas que não tem mais serventia em plena fuga, ou mais que isso, a concretização da idéia de que “princípios e leis”, no contexto da guerra, não passam de “muletas”, que pouco servem para sustentar a garantia de direitos humanos.

6) a discussão em torno dos versos conclusivos “As ruínas formaram / outra cidade em ordem definitiva.”, impressionantes pela força com que expressam o caos que resta após os “desabamentos”, uma desordem rearranjada em outra ordem, que passa a ser “definitiva”, porque irremediavelmente marcada pela dor, pela perda irreparável, pela inversão de valores até então consagrados, pelo absurdo dos desvios às normas que não mais existem.

Como resumir um texto?

Segundo a Norma NBR: Associação de Normas técnicas, resumo é a “apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto”.

Segundo Fiorin e Savioli:

Resumo é uma condensação fiel das idéias ou fatos contidos no texto. Resumir um texto significa reduzi-lo  ao seu esqueleto essencial sem perder de vista três elementos:

1- Cada uma das partes essenciais do texto.

2- A progressão em que elas se sucedem.

3- A correlação que o texto estabelece entre cada uma das partes. (p.420)

Quando reescrevemos um texto, internalizamos melhor o assunto e não nos esquecemos. Afinal, não aprendemos com um simples passar de olhos pelas letras! Dessa forma, podemos até dizer que lemos o texto, mas quanto a assimilar…será difícil afirmar que sim!

O fato de sintetizar um texto ou capítulos longos pode se tornar um ótimo hábito e auxiliá-lo muito em todas as disciplinas, pois estará atento às idéias principais e se lembrará dos pontos chaves do conteúdo.

Expor o texto em um número reduzido de linhas não parece ser fácil? Não se preocupe, a seguir estão alguns passos para se fazer um bom resumo e se dar bem:

- Faça uma primeira leitura atenciosa do texto, a fim de saber o assunto geral do mesmo;

- Depois, leia o texto por parágrafos, sublinhando as palavras-chaves para serem a base do resumo;

- Logo após, faça o resumo dos parágrafos, baseando-se nas palavras-chaves já destacadas anteriormente;

- Releia o seu texto à medida que for escrevendo para verificar se as idéias estão claras e sequenciais, ou seja, coerentes e coesas.

- Ao final, faça um resumo geral deste primeiro resumo dos parágrafos e verifique se não está faltando nenhuma informação ou sobrando alguma;

- Por fim, analise se os conceitos apresentados estão de acordo com a opinião do autor porque não cabe no resumo comentários pessoais.

Acordo Ortográfico

La Traviata – “Un di felice, eterea”

Bela performance de Plácido Domingo e Teresa Stratas.

O homem e a galinha, por Ruth Rocha

Era uma vez um homem que tinha uma galinha.
Era uma galinha como as outras.
Um dia a galinha botou um ovo de ouro.
O homem ficou contente. Chamou a mulher:
- Olha o ovo que a galinha botou.
A mulher ficou contente: – Vamos ficar ricos!
E a mulher começou a tratar bem da galinha.
Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha.
Dava pão-de-ló, dava até sorvete.
E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo todo com a galinha?
Nunca vi galinha comer pão-de-ló…
Muito menos sorvete! Vai que a mulher falou:
- É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!
O marido não quis conversa:
- Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.
Aí a mulher disse:
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim! – o marido respondeu.
A mulher todos os dias dava farelo à galinha.
E a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão!
A galinha pode muito bem comer milho.
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim. – respondeu o marido.
Aí a mulher começou a dar milho pra galinha.
E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo de dar milho pra galinha?
Ela que cate o de-comer no quintal!
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim – o marido falou.
E a mulher soltou a galinha no quintal.
Ela catava sozinha a comida dela.
Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Um dia a galinha encontrou o portão aberto.
Foi embora e não voltou mais.
Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.
Ruth Rocha, Enquanto o mundo pega fogo,2. ed.
Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984.p.14-9.
Questões de análise semiótica
Questão 1
Todos os dias a galinha bota um ovo de ouro. Botar ovos é o seu trabalho. O ovo de ouro é o produto do seu trabalho. No entanto ele não pertence a galinha, mas ao dono, que, ao fim de um certo período, estará rico. Qual o tema que se pode extrair dessas figuras?
Questão 2
Em troca do ovo de ouro (produto de seu trabalho), a dona dá sucessivamente a galinha: mingau, pão-de-ló e sorvete, farelo, milho. No final, não lhe dá nada. A galinha tem de catar o de comer no quintal. O que significa as figuras mingau, pão-de-ló, etc., considerando que elas constituem o que se recebe para produzir ovos de ouro?
Questão 3
As figuras mingau, sorvete, etc., mostram que a retribuição à galinha é cada vez menor, enquanto o fruto de seu trabalho permanece constante (todos os dias bota um ovo de ouro). Como gasta cada vez menos com a galinha, o homem vai ficar mais rico. Qual o tema que aparece sob essas figuras?
Questão 4
A Galinha foi embora porque quase não lhe davam nada em troca do que produzia. Dizem que está numa casa onde a tratam a pão-de-ló. Essas figuras recobrem que sentido mais abstrato?
Questão 5
A mulher estava preocupada com o bem-estar da galinha quando a tratava com mingau, sorvete e pão-de-ló? Aponte no texto uma frase que justifica sua resposta.
Questão 6
Se compararmos este texto de Ruth Rocha às fábulas, poderemos transpor para as relações humanas. Que contextualização verifica-se em um terceiro nível de leitura?
Fonte: Free file sharin

Trabalhando com Webquest

Professores, achei muito ineressante esta webquest sobre o tema “chuva”, sendo retratada, em notícias,na música, na poesia, no cinema e com alguns questionamentos. Um trabalho para ser desenvolvido em equipes. Veja e comprove: